“Porque há o direito ao grito. Então eu grito”

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Mas eu

Um adeus atrás do outro, nunca me permiti longas despedidas. O adeus pede perdão e a saudade só exige coragem, mas eu sempre tive medo. O caos, tão sólido e constante, cedeu. Eu sempre fui fora de hora...quem apostaria a hora de voltar? 
Minhas frases soltas refletem o que eu nunca soube fazer - dos pedaços o todo. O silêncio ditou todas as escolhas e a distância fez tudo parecer melhor. 
Trancas, chaves, caixas, tudo aqui. Nunca coube mais ninguém. 

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