a agonia em não saber
tem por resposta confiar
ter em si somente o que se é
pelo que foi em plena euforia
se perdeu
e se repete
ter em si uma história
contada milhares de vezes
a qual valha ser fiel
entender o tempo
e os verdadeiros vilões
estender os dias
e descansar os olhos
o que é da alma não pesa
o que é da fé não passa
o que é amor renasce
e tudo um dia caberá
quinta-feira, 21 de junho de 2012
lado a lado
o enlace dos ombros
revolve o silêncio
sentir a paz
estar em casa
e se partes
o momento é eterno
e na volta há um espelho
que muito avisava
um castelo resiste ao tempo
pelos tantos recomeços
a voz tranquila e a troca
parte minha é levada
outra deixa-se levar
como longe não houvesse
e tudo demorasse
fim
começo
distância
nenhuma
perdão
espelho meu
reflete
revela
recorda
um lado meu
se faz possível suportar
revolve o silêncio
sentir a paz
estar em casa
e se partes
o momento é eterno
e na volta há um espelho
que muito avisava
um castelo resiste ao tempo
pelos tantos recomeços
a voz tranquila e a troca
parte minha é levada
outra deixa-se levar
como longe não houvesse
e tudo demorasse
fim
começo
distância
nenhuma
perdão
espelho meu
reflete
revela
recorda
um lado meu
se faz possível suportar
sábado, 2 de junho de 2012
leva o que há de ti
talvez a dor
precise de outros olhos
queira um palco
aplausos
uma cena maior que esta
alguém que se encante
com seu exílio
que lute
além do meu desafino
em abraçar o seu lugar
alguém
partimos nos mesmos pedaços
acenamos o mesmo adeus
encenamos o mesmo ato
precise de outros olhos
queira um palco
aplausos
uma cena maior que esta
alguém que se encante
com seu exílio
que lute
além do meu desafino
em abraçar o seu lugar
alguém
partimos nos mesmos pedaços
acenamos o mesmo adeus
encenamos o mesmo ato
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