why dont you sit and watch
why dont you say and start
sei a história
o preço e o tempo
entendo o motivo
peço razão
sua história não conheço
sua idéia já não sei
seu silêncio eu decifro
não é nada e fica por isso
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
fotografia
o próximo a desistir
sem pensar responde não
quem resta enfrenta
duvida até ter razão
pra achar coragem
é preciso sentir medo
pra fazer sentido
desaprender-se
quem resta enfrenta
duvida até ter razão
pra achar coragem
é preciso sentir medo
pra fazer sentido
desaprender-se
em vasto passado
em atroz solidão
talvez haja voz
que conte da viagem
e talvez uma noite
nem tão escura assim
talvez uma foto
congele o tempo que não tivemos
o momento em que não soubemos
quanto havia a perder
enquanto entender custava tanto
I loved you when you disappointed me and not always told the truth. When you were never sure and made me this way too, when you were dark and then clear as water, trouble and then peace. When you made mistakes and messed me up, but became the reason for tomorrow.
Most of all, I loved you for being the closest to real life I ever had.
Most of all, I loved you for being the closest to real life I ever had.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
parece certo
entre ir e vir
há tanto
e se eu tiver que dizer
eu renuncio
se eu tiver que pensar
eu anuncio
sinto o cansaço
conto um minuto
faço um tributo
aos meus sonhos perdidos
banidos, doídos, queridos
e da vida essa batalha travada
tanto trabalho por nada
esse suspiro arrastado
esse olhar arrasado
se eu tiver que assumir
falhei
se eu tiver que sumir
farei
há tanto
e se eu tiver que dizer
eu renuncio
se eu tiver que pensar
eu anuncio
sinto o cansaço
conto um minuto
faço um tributo
aos meus sonhos perdidos
banidos, doídos, queridos
e da vida essa batalha travada
tanto trabalho por nada
esse suspiro arrastado
esse olhar arrasado
se eu tiver que assumir
falhei
se eu tiver que sumir
farei
watch it
Watch the words you blow in the wind - you never know how the wind will bring them back to you.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
astral
vamos voltar os meses
sem precisar sentir de novo
vamos sentir agora
o que restou de novo
não há espaço pro que chega
não há o que eu deixe ir
vamos parar com começos
e superar os finais
esquecer as chances
entender as nuances
vamos deixar em paz
o coração não é capaz
de calcular o que faz
esquecer o romance
as lutas as dores
as cartas e flores
vamos deixar pra trás
sem precisar sentir de novo
vamos sentir agora
o que restou de novo
não há espaço pro que chega
não há o que eu deixe ir
vamos parar com começos
e superar os finais
esquecer as chances
entender as nuances
vamos deixar em paz
o coração não é capaz
de calcular o que faz
esquecer o romance
as lutas as dores
as cartas e flores
vamos deixar pra trás
lugar comum
existe um final que aumenta
o começo alimenta
são olhares e sustos
encontros, surtos
digo tudo, ainda há mais
ainda mais
mas
teatro sem platéia
não há aplauso
tampouco vaias
existe o clichê da poesia
o porque da agonia
são olhares tontos
tombos, tantos
entre prantos e pontos.
o começo alimenta
são olhares e sustos
encontros, surtos
digo tudo, ainda há mais
ainda mais
mas
teatro sem platéia
não há aplauso
tampouco vaias
existe o clichê da poesia
o porque da agonia
são olhares tontos
tombos, tantos
entre prantos e pontos.
Assinar:
Comentários (Atom)
