“Porque há o direito ao grito. Então eu grito”

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

lugar comum

existe um final que aumenta
o começo alimenta

são olhares e sustos
encontros, surtos

digo tudo, ainda há mais
ainda mais
mas

teatro sem platéia
não há aplauso
tampouco vaias

existe o clichê da poesia
o porque da agonia

são olhares tontos
tombos, tantos
entre prantos e pontos.

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