escutei uma música triste
mas estava feliz
lembrei uma história nossa
mas estava ausente
preciso mesmo do presente?
esqueço quem deve ficar
afinal
preciso ir
a algum lugar
ponto
final
preciso terminar
terça-feira, 31 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
far along among us
What is written in books does not matter - people will always find a way to read their own thoughts in it's words.
Making our points leads us only wherever we want to go. What really matters is where we are trying to get.
Making our points leads us only wherever we want to go. What really matters is where we are trying to get.
segunda-feira, 16 de maio de 2011

Lets play a game: it's called forever.
Lets sing a song, say a prayer.
Should we try to find ourselves or float together through eternity?
Should we give ourselves away?
Can we step into yesterday and remain in the same room?
Can we remain apart?
Lets go somewhere we don't feel tired. Sit and talk among the stars.
Swear: lets never leave.
domingo, 15 de maio de 2011
Unreal reminds: there is no such thing as reality.Is that what it takes to reach to sky?
Is that what it takes for us to fall?
I have a question
and don't need an answer
Living remains a secret
we shouldn't know why
life lies around us
it is not ours to know where.
Creation
remains
Fascination
there is no end for eternal beggining.
sábado, 14 de maio de 2011
não
Vivias a criticar
a confusão dos meus sinais
as chegadas e partidas;
Vivias a moldar
as minhas falas
o meu gosto
no teu rosto.
Teimava em descobrir-me
pelo puro orgulho de saber
o veneno no gosto do poder...
Se queres ainda resposta
saibas que de mim desconheço
a parte a te intrigar
sem despertar apreço;
Saibas que não mostro
mesmo sendo obra tua
a marca recortada
da história escrita em mim.
Caminhas tão ileso,
e precisas saber
do meu íntimo
do meu lado?
não.
Caminhas sem pressa
sem peso
e esperas ainda a chave?
É tarde:
Não és mais bem vindo aqui.
a confusão dos meus sinais
as chegadas e partidas;
Vivias a moldar
as minhas falas
o meu gosto
no teu rosto.
Teimava em descobrir-me
pelo puro orgulho de saber
o veneno no gosto do poder...
Se queres ainda resposta
saibas que de mim desconheço
a parte a te intrigar
sem despertar apreço;
Saibas que não mostro
mesmo sendo obra tua
a marca recortada
da história escrita em mim.
Caminhas tão ileso,
e precisas saber
do meu íntimo
do meu lado?
não.
Caminhas sem pressa
sem peso
e esperas ainda a chave?
É tarde:
Não és mais bem vindo aqui.
domingo, 8 de maio de 2011
(nós) depois de muito tempo
Os dias passaram e não vi você.
Dormi e esqueci a porta fechada. De qualquer jeito, você não voltaria. Voltaria?
Desculpe pelo que deixei passar. Até hoje não sei o que foi. Nós dois ainda somos os mesmos. Ainda somos nós dois? Desde o dia em que deixamos de ser, voltar pra casa é cansativo.
O seu olhar é cansativo. Frio, explícito. Diz não precisar de mim mas está sempre aqui (é irritante como meu orgulho ajoelha perante o seu e como afeto é sincero). Assiste à noite como se fosse parte do escuro. Sabe muito de mim – mas me olha tão pouco. Tão tarde. Tão estranho quanto nós.
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