“Porque há o direito ao grito. Então eu grito”

quinta-feira, 21 de junho de 2012

lado a lado

o enlace dos ombros
revolve o silêncio
sentir a paz
estar em casa

e se partes
o momento é eterno

e na volta há um espelho
que muito avisava
um castelo resiste ao tempo
pelos tantos recomeços

a voz tranquila e a troca
parte minha é levada
outra deixa-se levar
como longe não houvesse
e tudo demorasse

fim
começo
distância
nenhuma

perdão

espelho meu
reflete
revela
recorda

um lado meu
se faz possível suportar


Nenhum comentário:

Postar um comentário