“Porque há o direito ao grito. Então eu grito”

sábado, 24 de novembro de 2012

VIII

já não sentia medo
e entendia o amanhã
descrente das surpresas
frente às dúvidas sanadas
às vazias noites sãs

dançava só quando você chegou

em um sorriso fez-se eterno
[fez-se pergunta, resposta, história]
e  vem dele cada detalhe
a pressa do encontro
moram nele todos os dias

e nos segundos contados
do corpo que se deixa guiar
da força em teimar
[entre a ausência houve paz
entre as perdas houve fé]

do que se pode dizer
basta repetir

dançava só quando você chegou








Um comentário:

  1. Belo poema, vivian! Como sempre, vc é genial em seus escritos.
    beijos e abraço,
    Casadinho

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