“Porque há o direito ao grito. Então eu grito”

quinta-feira, 12 de julho de 2012

limite

o que preciso
foge do real
o que eu disser
talvez não diga o mesmo

as palavras ruíram
não tenho defesas

certo
errado
promessa
vazio

o que não se vê
talvez satisfaça
talvez enlouqueça

saber aceitar
poder dividir
querer voltar

perfeição,
questão de tempo

[o medo há de chegar]

o sentido do dia
nem sempre reluz à noite

Um comentário:

  1. Eu simplesmente adoro os seus poemas, sempre que posso leio pelo menos unzinho que seja; mas é tão bom chegar aqui e encontrar um novo! : ) Parabéns pelo talento! Saudades, amiga!

    ResponderExcluir