“Porque há o direito ao grito. Então eu grito”

sábado, 22 de janeiro de 2011

Aquela faísca acesa virou um incêncio - um incêndio que eu devia apagar. Deixo o fogo livre pra me queimar, queimar o tempo todo que passou por mim, como se eu pudesse recuperar qualquer segundo. Como se o fogo fosse criar lembranças que nunca existiram, amaciar a ferida.
Como se não me traísse.

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