“Porque há o direito ao grito. Então eu grito”

terça-feira, 22 de junho de 2010

palavras - entre tapas e beijos

É preciso honrar as palavras para que elas honrem seu intuito. Não importa o tom ou a sutileza com qual foram ditas, mas sim que ambos sejam dignos de sua réplica - e dos efeitos da própria.
Quem arrisca dizer, deveria saber arriscar também o que vem adiante: ouvir. Quem não sabe o que diz, deveria considerar o silêncio. Palavras não terminam aonde começam, vão além. Percorrem distâncias inimagináveis, deixam heranças incálculaveis, causam danos irreparáveis.

Um comentário:

  1. "Quem arrisca dizer, deveria saber arriscar também o que vem adiante: ouvir. Quem não sabe o que diz, deveria considerar o silêncio. Palavras não terminam aonde começam, vão além."

    As vezes sinto que você escreve o que eu penso ahahaha

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