“Porque há o direito ao grito. Então eu grito”

domingo, 30 de maio de 2010

lembra

a saudade vem
ler qualquer palavra
ouvir qualquer nome

o poema vai
escrever qualquer verso
como desenho em nuvem
estrela que um dia brilhou

o sorriso volta
escutar a voz
a risada sem hora

memória se faz escrita
melodia que toca sem nota
amarra a razão e obriga a sentir

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