do primeiro caminho
o mais longo
do primeiro corte
o mais profundo
depois
da dor a adaga cravada
a falar cada vez mais baixo
a respirar cada vez mais junto
das palavras duras e ásperas
a mais pura verdade
das vidas que lutaram intensas
vozes que gritaram e falaram a alma
o mais sórdido olhar
o mais curto viver
o preço por lutar tanto a ponto de vencer
daqueles que ousaram
a coragem em enfrentar
o veneno das línguas maldosas que falam no escuro
o vazio dos olhos que vigiam o mundo
das almas ordinárias que assistem a vida de cima dos muros.
domingo, 16 de maio de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
e uma coisa que eu sei bem, é que vocênunca está em cima do muro! hahaha lindo poema! =)
ResponderExcluir