“Porque há o direito ao grito. Então eu grito”

sexta-feira, 9 de abril de 2010

talvez não

memórias
vieram lembrar
eu cansei do seu zombar
descanso fingido
sabedoria hipócrita
orgulho ferido

cansei de abraços frios
olhares distantes
das críticas destrutivas
de toda essa sinceridade frustante

esse seu silêncio indeciso
o talvez implícito
quem não diz sim está dizendo não

sua confusão
de quem não sabe aonde ir e quer chegar
vaidade
tanta solidão

memórias
lembram um jogo
não quero jogar.

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