“Porque há o direito ao grito. Então eu grito”

segunda-feira, 5 de abril de 2010

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Fico onde estou. Se ameaço me mexer, tudo gira, sai do lugar, dá até medo de continuar. Quando espero, as horas somente fazem que passam, porém correm em meus desvarios - como que para me assustar, impor a realidade. Poucos são os momentos em que cedem e me deixam tomar qualquer rumo, poucos são meus momentos de supremacia sobre o tempo e as intermináveis mudanças.
Não quero mais voltar atrás. Quero continuar mesmo quando tudo se perder dentro ou fora de mim, mesmo quando não houver força ou coragem para ir a lugar algum. Eu não quero mais parar no meio do caminho.

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